LISBOA
R. Escola Politécnica, 167
1250-101 LISBOA
Telf. 213 973 255
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Exposição de Eduardo Nery
em Lisboa até 8 de Março
PORTO
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4050-343 PORTO
Telf. 226 099 589

quarta-feira, agosto 23, 2006

I Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Aveiro


Aveiro, cidade periférica aos grandes centros da Arte, quer integrar-se na rota das cidades com grande intervenção cultural.
Dentro deste espírito e em parceria, o Círculo Experimental de Artistas Plásticos de Aveiro – AVEIROARTE e a Câmara Municipal de Aveiro organizam a I Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Aveiro, que decorrerá de 11 de Novembro a 30 de Dezembro de 2006, em Aveiro.
A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Aveiro , pretende ser:
um acontecimento cultural de grande dimensão;
um desafio à criação, promoção e difusão da arte contemporânea;
um espaço de fruição do panorama artístico contemporâneo.
A Bienal abrangerá as modalidades de pintura, fotografia, desenho, gravura e escultura e será atribuído o Prémio Aveiro no valor de 10 000 Euros. Serão também atribuídas menções honrosas.
Esta Bienal tem duas valências, uma destinada a artistas concorrentes a prémio e outra destinada a artista(s) convidado(s) sendo comissário para esta área Delfim Sardo.
Quer o Regulamento da Bienal, quer o Boletim de Inscrição poderão ser obtidos via correio electrónico pelo site da Câmara Municipal de Aveiro

sexta-feira, agosto 04, 2006

Quadro roubado pelos nazis deverá alcançar 19,5M€ em leilão

Isto é impressionante! Sempre que vamos ao diário digital, encontramos uma notícia sobre um certo e determinado quadro que é vendido por milhões.
Desta vez, foi a vez de Kirchner.
Ora leia aqui a notícia:


Uma das obras de arte roubadas pelos Nazis aos judeus, um quadro que foi devolvido aos descendentes dos proprietários no ano passado, deverá alcançar os 25 milhões de dólares – cerca de 19,5 milhões de euros – num leilão da casa Christie´s.


«Strassenszene , Berlin» (à direita), de Ernst Ludwig Kirchner, faz um retrato de uma cena da capital alemã. É um dos 11 quadros em que pintor descreve o quotidiano da cidade e para os especialistas, é a mais importante obra do Expressionisno alemão a ser leiloada.

Os nazis consideravam Kirchner um artista «degenarado», pelo que o regime ordenou a desvtruição de perto de 600 das suas obras na década de 30 no século XX. No entanto, acredita-se que o valor commercial de algumas telas terá sido reconhecido. Foi o caso de «Strassenszene, Berlin», retirado da posse dos proprietários, os coleccionadores judeus Alfred e Thekla Hess.

O quadro vai a leilão em Nova iorque, no próximo dia 8 de Novembro.

quarta-feira, agosto 02, 2006

Arte Lisboa

É com muito prazer que anunciamos que a Galeria São Mamede, foi umas das 66 galerias seleccionadas para participar na Arte Lisboa, Feira de Arte Contemporânea.
A Feira terá lugar na FIL, no pavilhão 4, nos dias 8 a 13 de Novembro e conta com o alto patrocínio do Professor e Presidente da República Aníbal Cavaco Silva... [mais...]

terça-feira, agosto 01, 2006

Cinema: Tom Hanks (re)entra para o livro dos Recordes do Guinness


O actor Tom Hanks entrou para o Livro dos Recordes do Guinness por ter o maior número de estreias consecutivas com um box office superior a cem milhões de dólares nos EUA.

Aos 49 anos, o actor entra assim para o famoso livro com a epígrafe de «o actor com o maior número de filmes consecutivos que superaram os 100 milhões de dólares».

A lista de sucesos de bilheteira consecutivos conta com sete filmes, entre 1998 e 2002. Começou com «O resgate do Soldado Ryan» (1998), e seguiu com «Você tem uma Mensagem» (1998). Seguem-se em 1999 «À Espera de um Milagre» e «Toy Story 2» e «O Náufrago» em 2000. A lista termina com «Caminho para Perdição (2002) e «Apanha-se me Puderes» (2002).

Durante a sua carreira, Hanks participou em 14 filmes que superaram a barreira dos 100 milhões de dólares. Além dos sete consecutivos, também «Sintonia de Amor (1993), «Forrest Gump» (1994), «Toy Story» (1995) e «Apolo 13» (1995) foram verdadeiros êxitos de bilheteira.

O livro do Guinness já citava Tom Hanks, na categoria de «maior números de prémios Óscar recebidos por um actor», pelos dois galardões que lhe foram atribuídos, por «Forrest Gump» e «Filadélfia».

O outro lado: A História Redescoberta


Um arqueólogo marinho australiano julga ter descoberto uma nau portuguesa afundada em 1583 no estreito de Malaca durante uma batalha naval, que seria a mais antiga embarcação europeia encontrada até agora naquelas águas.

Em declarações ao diário «The Star» de Kuala Lumpur, Michael Flecker, muito conhecido pela suas explorações arqueológicas na região, afirma ter feito a descoberta no ano passado mas não revelou a sua localização para evitar que fosse alvo de pilhagens.

Flecker garante que o navio se encontra entre Pulau Upeh e Pulau Panjang, uma faixa marítima pertencente à Malásia onde diz ter encontrado outras duas embarcações cuja antiguidade está ainda por estabelecer.

Quanto à nau portuguesa, o arqueólogo presume que possa ter sido comandada por Luís Monteiro Coutinho e afundada durante um combate naval com navios de Achém (Aceh, Indonésia).

O arqueólogo, que detectou os navios afundados com tecnologia sonar e confirmou a descoberta com mergulhos, documenta o achado com uma série de fotografias de canhões, balas, ossos de animais e várias peças quebradas de porcelana da dinastia Ming.

Flecker, que planeia recomeçar em breve as suas prospecções, admite que a zona seja uma espécie de «cemitério» que contenha mais naves.

Espera que, a partir delas, se possa conhecer melhor o papel desempenhado no passado pelo estreito de Malaca - que liga o oceano Índico ao Mar da China meridional e é partilhado pela Malásia, Indonésia e Singapura - e por Portugal, que conquistou o território em 1511.

Luís Monteiro Coutinho (1527-1588) era capitão-mor no mar de Malaca.

Feito prisioneiro pelos achéns (indígenas de Achém, reino situado na extremidade noroeste de Samatra), terá sido morto por um tiro de canhão às ordens do rei local por se ter recusado a renegar a fé cristã.

Cabe ao governo da Malásia aprovar a continuação das explorações dentro das suas águas territoriais e Frecker disse ter apresentado relatórios das suas descobertas ao governo de Kuala Lumpur.

Na capital da Malásia, o ministro da Cultura, Artes e patrimómio, Datuk Seri Rais Yatim, confirmou ter conhecimento da descoberta e do progresso das prospecções.